28 novembro, 2011

King, o rei da Paula e do Paulo




Tão lindinho quanto sapeca, o King chegou até a casa dos pais da Paula, em Atibaia, doado por uma instituição. Peludo, barbudo e com dentes de aço inoxidável, como define o Paulo, “avô” de King, o danado cresceu tanto que, realmente, não dava pra ficar com a “mâmis”, num apê de 48 metros quadrados. Foi aí que ficou “uns tempos”, em Atibaia, num terreno amplo, com muito verde – num espaço bem legal, onde ele poderia correr e morder galhos e folhas, ao invés de destruir o sofá da Paula... “Quando ele foi adotado pela Paula, já veio castrado e com uma coleira; na chapinha, a identificação do antigo dono. A gente, então, complementou com o nosso”, relembra o Paulo. Faz parte da família, ainda, um trio de cães viras, velhinhos e tranquilões, aos quais King se uniu pra deixar a trupe mais agitada. E num desses passeios costumeiros, quando los hermanos passeavam, King escapou e se perdeu no meio de uns pedestres que caminhavam por uma alameda. Escureceu, para o desespero do Paulo, que juntou toda a “molecada” e rodou até duas da manhã as ruas da cidade, perguntando, chamando, assobiando e muito preocupado com a situação do King naquele momento. Voltou pra casa e, às seis da manhã, saiu em busca do fofo, mas sem sucesso... Nessa loucura toda, os filhos do Paulo já estavam “voando” pra Atibaia, quando tocou o telefone e um rapaz se identificou como segurança de um hospital próximo e perguntou se o Paulo era dono de um cão chamado King, que estava no estacionamento. E lá estava o King, sentadinho do lado do rapaz que o tinha encontrado; e foi só um assobio do Paulo, que o lindinho saiu a mil por hora em direção à sua família. Bom, ele tava meia-boca, o tadinho, cheio de escoriações e hoje já está joinha. “Esta história teve esse final, graças a chapinha da coleira do King, ao cuidado desse rapaz do hospital em se preocupar com o cão que gania no estacionamento e que teve a sua atenção para o telefone anotado na
coleira; e, principalmente a São Francisco de Assis”, agradece o Paulo.

2 comentários:

  1. Edilene Oliveira28 novembro, 2011 08:38

    Plaquinha de identificação é tão barata e pode salvar uma vidinha...

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  2. Verdade, Edilene. Hoje em dia, também, os donos dos peludos podem recorrer à microchipagem também. Nada de perder nossos queridos...

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